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Aqui vai a minha indignação perante a maneira como autoridades brasileiras tratam a imprensa. Aquilo que deveria ser um meio de divulgação de mão dupla,talvez, é sinônimo de medo. Parece que profissionais de comunicação, principalmente os jornalistas, são obrigados a viver com o rabo preso para que nada de ruim aconteça com seus respectivos meios de trabalho. Alguns exemplos foram citados na Revista Veja do dia 16 de maio de 2012, semana passada, ao relembrar o escândalo do ex-presidente Fernando Collor de Mello.

Para descrever a natureza da relação entre os dois lados, o atual presidente do STF, Carlos Ayres Britto, em 2009 ministro em defesa da Lei de Imprensa, citou: “Contrariar os que estão no poder é a contrapartida quase inevitável do compromisso com a verdade da imprensa responsável.” Faz parte da profissão fiscalizar e esclarecer aos leitores o que foi descoberto. Seguir atos dos governantes é uma prática tão antiga quanto a imprensa. Ela, que está longe de perseguir indivíduos, dedica-se contra aqueles que querem esganar o povo, guiados pela presunção da impunidade e convicção de supremacia.

 

 

 

 

 

 

 

“À imprensa cabe vigiar o estado – nunca ao contrário” é uma das lições a serem tiradas de tanta repressão. Jornais e revistas existem com um único propósito, e este não deve ser modificado somente por interesse de alguns. É fundamental que a população esteja muitíssimo bem informada à ponto de debater e expor suas opiniões em diversos assuntos.

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