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Um post do ano de 2008 no blog rpnarede.wordpress.com me chamou a atenção recentemente. As oportunidades de emprego para nós, profissionais de Relações Públicas, nem sempre são explícitas com o nome esperado, porém as oportunidades são (quase) infinitas!

Algumas informações haviam sido retiradas do jornal Folha de São Paulo. O seguinte artigo visa esclarecer o rumo que o profissional pode seguir.

“Há oportunidades de trabalho na esfera governamental, na iniciativa privada e em organizações do terceiro setor. “Um outro campo que se abre é a parte de responsabilidade social e sustentabilidade das empresas. Os impactos social e ambiental passaram a ter mais importância. Daí a preocupação em educar a população sobre reciclagem e consumo de água, por exemplo”, afirma Dalva Aleixo, professora da Unesp em Bauru (328 km de São Paulo).

“Os cursos de graduação em comunicação social com habilitação em relações públicas, normalmente com duração de quatro anos, visam formar um gestor da comunicação.”

“Por muito tempo, o trabalho do profissional de RP ficou associado apenas à organização de eventos, mas isso tem mudado. “A atuação do relações públicas é mais estratégica e acontece junto à direção da corporação para estabelecer as políticas de relacionamento”, afirma Fábio França, professor da Universidade Metodista de SP.

“Os eventos são importantes, mas são uma das ferramentas”, concorda Valdir Cimino, coordenador do curso da FAAP. Não existe um piso salarial para a categoria e é preciso ser filiado ao Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas para exercer a profissão.

Os cursos de comunicação mais procurados são os de jornalismo e de publicidade. Por ser uma profissão menos conhecida, relações públicas acaba não atraindo tanto os vestibulandos, apesar das possibilidades de trabalho.

Na Fuvest 2008, a concorrência foi quase a metade: RP teve 22 vestibulandos disputando a mesma vaga; tanto em jornalismo como em publicidade, foram 41 por vaga.

Fonte:www.conferp.org.br

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