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Quando pensávamos em Dior uns tempos atrás, logo vinha a cabeça palavras como: alta costura, história da Moda e John Galliano. Bom, Galliano era diretor criativo da Christian Dior e foi o responsável por uma nova fase de glórias para a marca, graças à sua criatividade e ousadia.

Porém, em 2011, uma bomba estourou nas mãos da Maison Dior. John Galliano foi acusado de comportamento anti-semita e agressão verbal contra um casal em um bar parisiense.

Não podemos deixar de pensar também que esse caso tem uma veia econômica, pois segundo estudos da “The Economist”, a Dior chegou a faturar US$29 bilhões em 2010, sendo que Galliano foi o responsável por pouco mais de 4% (valor que não se passa despercebido). Apesar de toda a valorização que o estilista trouxe a marca, a Dior teve que demiti-lo para controlar a crise que se agravava a cada dia, com diversas declarações que pipocavam na mídia.

O Financial Times publicou a seguinte frase:

“The brand is bigger even than Galliano. As an individual he did something wrong but as long as the brand is quick to show to its consumers that this is not behavior they would tolerate, the brand can survive.”

Essa reflete exatamente o pensamento de um professional de Relações Públicas, que deve agir com transparência e pulso firme para controlar a crise e sair de situações complicadas como essa com classe e dignidade, para que não afete sua relação com seus públicos de interesse.

 

Mariana Yonezawa

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