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As empresas estão começando a estar a par da importância de um Relações Públicas em  suas atividades, e muitas vezes, ele acaba entrando na empresa pela assessoria de imprensa, com o intuito de gerenciar o relacionamento com a mídia; ou quando a empresa está em períodos de crises, contrata um RP para melhorar a relação com o público externo.

A meu ver, as empresas deveriam pensar em não só melhorar o relacionamento com o público externo, mas sim,  começar pelo interno da empresa, os colaboradores dela; pois caso estes não saibam o que está acontecendo no período da crise e não sejam devidamente direcionados sobre uma posição que a empresa adotará, nada adiantará perante os seus públicos.

A empresa passa então a contratar um RP, para ver como falar com a mídia e seus públicos sobre o ocorrido. No entanto, cabe somente à empresa já ter em mãos todas as atitudes que deverão ser tomadas, e principalmente, com rapidez! Assim que a empresa começar a executar suas atividades, ela deve ter um manual de postura, que contenha as formas preventivas e as posturas a serem adotadas em caso de crises, a fim de evitar uma situação de pânico e não demorar a agir.

O Relações Públicas entra nas atividades para começar a treinar o porta voz dessa empresa, para que ele tenha condições de transmitir as informações com clareza, objetividade e transparência. Mas o que o RP tem em vista é tentar manter um bom relacionamento com todos os públicos da organização, dando-lhes assistência, atendimento ao consumidor, transmitindo o acontecimento aos colaboradores, fornecedores e acionistas, e muito mais, evitar que a credibilidade da empresa vá por água abaixo perante a sociedade, pois caso isso aconteça, ela pode até mesmo se ausentar do mercado, pois sua imagem não será mais positiva.

Eis então alguns motivos para que as empresas passem a pensar em seus públicos, antes que alguma crise apareça e possa comprometer suas atividades no mercado. Acredito que as organizações devem contratar o profissional de RP, com o objetivo de pensar antes nas medidas a serem tomadas e já formarem um suporte aos públicos, caso seja necessário posteriormente.

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